Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
Palavras leva-as o vento da Tribulandia
Segundo ouvi na rádio, Saldanha Sanches provocou uma enorme reacção no presidente da Associação de Municípios ao dizer que os autarcas exigem luvas, em demasiado. Pôs a boca no trombone numa questão que mais parece tabu nesta sociedade. Certamente, vai tudo ficar como antes: quartel-general em Abrantes. Ninguém, por diversas razões, quer tocar no assunto. Quando será que fazem uma investigação séria à evolução exponencial da fortuna de muitos autarcas? Porque não começam por ver o que tinham no início das suas carreiras políticas e o que têm agora? Certamente, saíu-lhes a todos o totamilhões. Estou perfeitamente convencido disso e, portanto, são todos mui escrupulosos, a bem da santa democracia (deles).
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
O espectáculo continua meus senhores
Quando alguns vêm com a frase "O povo não é estúpido" querem certamente enganar toda uma faixa da população que é, extremamente, ignorante e facilmente conduzida pelos media e pelo establishmente. Basta olhar para a Tv e ver as filas na BP para comprar bilhetes para um simples espectáculo musical para ficar com muitas dúvidas. Entre os muitos presentes, um desempregado com subsídio de desemprego a dizer que não lhe custava nada estar ali. Porque não anda a procurar trabalho? Assim se cai num círculo vicioso onde a direita mais radical, que não acredita no carácter do ser humano, tem todas as razões para festejar: basta transvertir-se de esquerda, dar umas palavrinhas a abater e tudo segue, conforme previsto.
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
A boa moeda da Tribulandia
Público
Contra os barões
Por Eduardo Prado Coelho o fio do horizonte
Mas o melhor foi o Isaltino. Em alusão a Cavaco, disse "depois de tanta gente a falar na boa moeda, gostava de ver onde é que anda a boa moeda". Na Suíça, meu caro Isaltino, em nome de um sobrinho.
Tem toda a razão mas não deve ser caso único...
Contra os barões
Por Eduardo Prado Coelho o fio do horizonte
Mas o melhor foi o Isaltino. Em alusão a Cavaco, disse "depois de tanta gente a falar na boa moeda, gostava de ver onde é que anda a boa moeda". Na Suíça, meu caro Isaltino, em nome de um sobrinho.
Tem toda a razão mas não deve ser caso único...
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
A política como única profissão na Tribulandia
Público
Tarde e mal
Por M. Fátima Bonifácio
Santana Lopes anunciou, tarde e mal, que não se candidataria à presidência do PSD. Mas aposto que não percebeu o que se passou nem o que lhe aconteceu, e não acredito que duvide do seu futuro político. Nada fez jamais nem sabe fazer fora da política e fora do "sistema" a que apregoa não pertencer
Ainda gostaríamos de saber o que faziam na sua vida profissional todos os "artistas" que por aí andam...
Tarde e mal
Por M. Fátima Bonifácio
Santana Lopes anunciou, tarde e mal, que não se candidataria à presidência do PSD. Mas aposto que não percebeu o que se passou nem o que lhe aconteceu, e não acredito que duvide do seu futuro político. Nada fez jamais nem sabe fazer fora da política e fora do "sistema" a que apregoa não pertencer
Ainda gostaríamos de saber o que faziam na sua vida profissional todos os "artistas" que por aí andam...
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
O machismo da Tribulandia
Público
Depois da revelação dos abusos Casa Pia
Denúncias de pedofilia quase triplicam em dois anos
Foram anos de silêncio. De repente, uma reportagem da jornalista Felícia Cabrita trazia à tona um retrato sórdido. Portugal assistia, incrédulo, à dissecação da história dos alunos da Casa Pia, repetida até à náusea pelos meios de comunicação social, que, de passagem, aproveitavam para desbravar as fragilidades do sistema de protecção de menores.
O país dos brandos costumes e do deixa andar que tudo se resolve.
Depois da revelação dos abusos Casa Pia
Denúncias de pedofilia quase triplicam em dois anos
Foram anos de silêncio. De repente, uma reportagem da jornalista Felícia Cabrita trazia à tona um retrato sórdido. Portugal assistia, incrédulo, à dissecação da história dos alunos da Casa Pia, repetida até à náusea pelos meios de comunicação social, que, de passagem, aproveitavam para desbravar as fragilidades do sistema de protecção de menores.
O país dos brandos costumes e do deixa andar que tudo se resolve.
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Há que deixar buracos por todo o lado
José Casalta Nabais, especialista em fiscalidade diz à "Pública":
"Porque é que temos leis de tão má qualidade? Para permitir o aproveitamento de buracos que deixam? Quantos mais buracos, mais litigação..."
A nós parece-nos mais uma afirmação do que uma interrogação.
"Porque é que temos leis de tão má qualidade? Para permitir o aproveitamento de buracos que deixam? Quantos mais buracos, mais litigação..."
A nós parece-nos mais uma afirmação do que uma interrogação.
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Uma sociedade que não gosta de pensar
Na revista "Pública" de ontem:
Quando se quer comprar um simples iogurte, uma pessoa depara-se com 30 metros de prateleiras frigoríficas. A publicidade joga aí. A manipulação vai à procura desse desejo de não pensar mais. "Eu penso por si".
Esta máxima poderia ser aplicada à vida em geral. Os políticos e os que detêm o poder pensam por nós. E assim vamos queimando dia a dia...
Quando se quer comprar um simples iogurte, uma pessoa depara-se com 30 metros de prateleiras frigoríficas. A publicidade joga aí. A manipulação vai à procura desse desejo de não pensar mais. "Eu penso por si".
Esta máxima poderia ser aplicada à vida em geral. Os políticos e os que detêm o poder pensam por nós. E assim vamos queimando dia a dia...
Publicada por
Pedro
em
Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Domingo, Fevereiro 27, 2005
Se os que mandam são ignorantes para que querem os licenciados?
DN
Desemprego
Observatório do Emprego e da Formação Profissional está preocupado
(...)
O Observatório, que integra representantes do Governo, sindicatos e associações patronais, pretende, também, analisar este ano o desemprego entre licenciados.
Para Caldeira Dias, trata-se de um problema "socialmente crítico, pelo desperdício que representa em termos de recursos humanos, pela frustração que envolve, pela necessidade social de conhecimentos que não são aproveitados".
Num país que promove a ignorância e onde ter dinheiro não corresponde muitas e muitas vezes a qualquer tipo de mérito, o que seria de esperar?
Desemprego
Observatório do Emprego e da Formação Profissional está preocupado
(...)
O Observatório, que integra representantes do Governo, sindicatos e associações patronais, pretende, também, analisar este ano o desemprego entre licenciados.
Para Caldeira Dias, trata-se de um problema "socialmente crítico, pelo desperdício que representa em termos de recursos humanos, pela frustração que envolve, pela necessidade social de conhecimentos que não são aproveitados".
Num país que promove a ignorância e onde ter dinheiro não corresponde muitas e muitas vezes a qualquer tipo de mérito, o que seria de esperar?
Uma sociedade em desagregação
DN
Lisboa tem 34 mil pessoas idosas completamente sós
FILOMENA n AVES
"Vão longe os tempos da Lisboa gaiata da canção, na avenida. Depois de décadas de êxodo dos jovens e da invasão de escritórios e serviços, a capital tem hoje um quarto da sua população envelhecida - 133 304 pessoas com mais de 65 anos, em 2001. Desses idosos, quase 34 mil, cerca de 25 por cento, vivem completamente sós. Esta realidade tende a agravar-se no futuro e vai exigir novas respostas da comunidade, já que esta é uma população potencialmente frágil e dependente. A Santa Casa da Misericórdia quer preparar-se para isso e já tem metas até 2007."
Este foi o caso referido pelo prof. Marcelo. Acrescente-se que a Santa Casa só assiste cerca de 1 % desta faixa etária e a Igreja 2 ou 3%, enquanto os restantes países europeus atingem os 50 e os 60%. Devemos ser os campeões do egoísmo e da estupidez colectiva. Novo és, velho serás. Assim como fizeres, assim o acharás.
Lisboa tem 34 mil pessoas idosas completamente sós
FILOMENA n AVES
"Vão longe os tempos da Lisboa gaiata da canção, na avenida. Depois de décadas de êxodo dos jovens e da invasão de escritórios e serviços, a capital tem hoje um quarto da sua população envelhecida - 133 304 pessoas com mais de 65 anos, em 2001. Desses idosos, quase 34 mil, cerca de 25 por cento, vivem completamente sós. Esta realidade tende a agravar-se no futuro e vai exigir novas respostas da comunidade, já que esta é uma população potencialmente frágil e dependente. A Santa Casa da Misericórdia quer preparar-se para isso e já tem metas até 2007."
Este foi o caso referido pelo prof. Marcelo. Acrescente-se que a Santa Casa só assiste cerca de 1 % desta faixa etária e a Igreja 2 ou 3%, enquanto os restantes países europeus atingem os 50 e os 60%. Devemos ser os campeões do egoísmo e da estupidez colectiva. Novo és, velho serás. Assim como fizeres, assim o acharás.
O sacrifício de uma boa jornalista Ana Sousa Dias

Grande expectativa para as primeiras escolhas do prof. Marcelo na RTP1. Sai-nos uma referência sobre um livro biográfico de um grande industrial, uma menção ao Papa (ele é crente...), uma puxadela do PS para o centro e um caso social (sugerido pela entrevistadora) sobre os idosos em Lisboa, seu isolamento e falta de assistência. Um perfeito exemplo da maneira de pensar duma classe média alta (em rendimentos) com alguma cultura do quanto baste social. Mal podendo falar, Ana de Sousa Dias ainda tentou dar melhor rumo à conversa com pequenos apartes. O professor encantado com o novo penteado da entrevistadora perguntou-lhe se ela era do Porto ou do Benfica. Muito importante. Mal aplicada jornalista. Para aquele papel qualquer entrevistador serve para acompanhar ao violino o prof.
Uma tentativa de melhorar a mediocridade da programação da 1
JN
Ana Sousa Dias eleita para falar com Marcelo
Jornalista vai ser a interlocutora do programa de Rebelo de Sousa que estreia amanhã Professor decide quais os temas e o alinhamento de cada edição
(...)
Apesar do vasto currículo profissional, foi o programa da 2, que deu a Ana Sousa Dias o reconhecimento da grande maioria dos espectadores. Há quase quatro anos no ar, o "Por outro lado" continua a ser um dos programas de referência do segundo canal da estação pública.
Pelo menos foram buscar a jornalista e, em certa medida, dar o reconhecimento devido a um programa com nível "Por outro lado" mas não deixemos de fazer notar que o mesmo andou pela RTP2 quatro anos e apareceram muitos entrevistados com muito mais interesse do que o professor...
Ana Sousa Dias eleita para falar com Marcelo
Jornalista vai ser a interlocutora do programa de Rebelo de Sousa que estreia amanhã Professor decide quais os temas e o alinhamento de cada edição
(...)
Apesar do vasto currículo profissional, foi o programa da 2, que deu a Ana Sousa Dias o reconhecimento da grande maioria dos espectadores. Há quase quatro anos no ar, o "Por outro lado" continua a ser um dos programas de referência do segundo canal da estação pública.
Pelo menos foram buscar a jornalista e, em certa medida, dar o reconhecimento devido a um programa com nível "Por outro lado" mas não deixemos de fazer notar que o mesmo andou pela RTP2 quatro anos e apareceram muitos entrevistados com muito mais interesse do que o professor...
Os bolos como essência da luta pelo poder
Público
E a direita?
Por Vasco Pulido Valente
Depois da coligação e de Santana, o PSD precisa principalmente de uma política. Se ninguém a definir e a impuser, a barafunda continua, com o partido a cair de crise em crise e de chefe em chefe.
(...)
No PSD, como se esperava, o formigueiro anda agitadíssimo. Há uma candidatura que parece, em princípio, razoável, a de Marques Mendes. Mas também há uma pequena multidão que se atropela para apanhar uma fatia do bolo; ou bolos, se contarmos com a Presidência e as câmaras. Não interessa muito seguir as tortuosidades da coisa. Depois da coligação e de Santana, o PSD precisa principalmente de uma política. Se ninguém a definir e a impuser, a barafunda continua, com o partido a cair de crise em crise e de chefe em chefe.
Na falta de outras ambições que não as materiais talvez não seja uma pequena multidão e as tais tortuosidades sejam o cerne do ambiente político e social.
E a direita?
Por Vasco Pulido Valente
Depois da coligação e de Santana, o PSD precisa principalmente de uma política. Se ninguém a definir e a impuser, a barafunda continua, com o partido a cair de crise em crise e de chefe em chefe.
(...)
No PSD, como se esperava, o formigueiro anda agitadíssimo. Há uma candidatura que parece, em princípio, razoável, a de Marques Mendes. Mas também há uma pequena multidão que se atropela para apanhar uma fatia do bolo; ou bolos, se contarmos com a Presidência e as câmaras. Não interessa muito seguir as tortuosidades da coisa. Depois da coligação e de Santana, o PSD precisa principalmente de uma política. Se ninguém a definir e a impuser, a barafunda continua, com o partido a cair de crise em crise e de chefe em chefe.
Na falta de outras ambições que não as materiais talvez não seja uma pequena multidão e as tais tortuosidades sejam o cerne do ambiente político e social.
A ascensão e declínio da mediocridade
Público
A azia dos comentadores
Por Augusto M. Seabra
(...)
A ascensão de um político populista, cuja fundamental legitimação tinha sido feita pelas mais popularuchas franjas do espectáculo e pelos próprios media, é desde logo sintoma do estado desse mesmo espaço público. É simples a qualquer um supor-se sem responsabilidades no "acidente", por maioria das razões quando a ele foi contrário. Interrogo-me todavia, e uma vez mais, se a situação de bloqueio do espaço público será susceptível de ultrapassagem.
A avaliar pelos indícios de uma semana, o solavanco eleitoral de 20 de Fevereiro suscitou em muitos comentadores, a par com o "alívio", uma certa azia, para não dizer o retorno do enfado com "este país", expressão indicativa da sua inscrição pública.
Na noite das eleições, na RTP, a prometida vedeta, Marcelo Rebelo de Sousa, "o professor", foi um "flop". Habituado a ser foco único, e sem o famoso "contraditório", esteve constrangido, afinal bem no flanco dos derrotados, ele que andara em campanha eleitoral com, imagine-se, Luís Filipe Menezes!
No mundo do espectáculo contínuo em que vivemos o que os media disserem fará lei, mesmo que algumas vezes se revelem desastrados e longe das realidades. The show must go on (para isso lhes pagam).
A azia dos comentadores
Por Augusto M. Seabra
(...)
A ascensão de um político populista, cuja fundamental legitimação tinha sido feita pelas mais popularuchas franjas do espectáculo e pelos próprios media, é desde logo sintoma do estado desse mesmo espaço público. É simples a qualquer um supor-se sem responsabilidades no "acidente", por maioria das razões quando a ele foi contrário. Interrogo-me todavia, e uma vez mais, se a situação de bloqueio do espaço público será susceptível de ultrapassagem.
A avaliar pelos indícios de uma semana, o solavanco eleitoral de 20 de Fevereiro suscitou em muitos comentadores, a par com o "alívio", uma certa azia, para não dizer o retorno do enfado com "este país", expressão indicativa da sua inscrição pública.
Na noite das eleições, na RTP, a prometida vedeta, Marcelo Rebelo de Sousa, "o professor", foi um "flop". Habituado a ser foco único, e sem o famoso "contraditório", esteve constrangido, afinal bem no flanco dos derrotados, ele que andara em campanha eleitoral com, imagine-se, Luís Filipe Menezes!
No mundo do espectáculo contínuo em que vivemos o que os media disserem fará lei, mesmo que algumas vezes se revelem desastrados e longe das realidades. The show must go on (para isso lhes pagam).
O retorno da cidade ao sector primário
JN
Agricultores citadinos sem medo das enxadas
Acção Portuenses plantam verduras e partilham experiências nas hortas municipais, que ajudam a poupar dinheiro Há mais 25 talhões em Lordelo
Carla Sofia Luz
As mãos citadinas já se habituaram à enxada e até a dor nas costas desapareceu. O estreante Alexandre Muge não dispensa a visita matinal ao pequeno talhão na horta comunitária de Aldoar, no Porto. Serve para enganar as horas passadas sem trabalho e ajuda a encher o tacho da sopa. O sabor das hortaliças é, garante Alexandre, bem melhor.
A exígua parcela de terreno nas traseiras da escola de Aldoar parece que tem sempre espaço para mais verduras. Não há área desaproveitada. Cenouras, batatas, pencas, alfaces, repolhos e ervilhas crescem no pequeno talhão. Os vizinhos de bairro são, também, colegas na tarefa de agricultores do acaso. Ali, com o cheiro da terra molhada, trocam receitas, ajuda e sementes.
Eis um verdadeiro fenómeno da evolução da economia próspera do Porto: o retorno ao sector da agricultura. Agora já entendemos o cheiro a cebola de muitos autocarros.
Agricultores citadinos sem medo das enxadas
Acção Portuenses plantam verduras e partilham experiências nas hortas municipais, que ajudam a poupar dinheiro Há mais 25 talhões em Lordelo
Carla Sofia Luz
As mãos citadinas já se habituaram à enxada e até a dor nas costas desapareceu. O estreante Alexandre Muge não dispensa a visita matinal ao pequeno talhão na horta comunitária de Aldoar, no Porto. Serve para enganar as horas passadas sem trabalho e ajuda a encher o tacho da sopa. O sabor das hortaliças é, garante Alexandre, bem melhor.
A exígua parcela de terreno nas traseiras da escola de Aldoar parece que tem sempre espaço para mais verduras. Não há área desaproveitada. Cenouras, batatas, pencas, alfaces, repolhos e ervilhas crescem no pequeno talhão. Os vizinhos de bairro são, também, colegas na tarefa de agricultores do acaso. Ali, com o cheiro da terra molhada, trocam receitas, ajuda e sementes.
Eis um verdadeiro fenómeno da evolução da economia próspera do Porto: o retorno ao sector da agricultura. Agora já entendemos o cheiro a cebola de muitos autocarros.
Somos os campeões do desemprego de Portugal
Público
dados do instituto de emprego
Número de desempregados chega a quase meio milhão
Por Luísa Pinto
Região Norte é responsável por quase metade do número
de inscritos nos centros de emprego. Aumenta o desemprego de longa duração
No final do mês de Janeiro, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas 483.447 desempregados. Os números estão muito próximos do meio milhão de desempregados, tendo dado o mês de Janeiro um forte contributo nessa escalada: nos primeiros 31 dias do ano, o desemprego registado aumentou 3,1 por cento, com a inscrição de quase 15 mil pessoas. E a Região Norte do país assegura, sozinha, mais de 43 por cento do número de pessoas sem posto de trabalho em Portugal.
dados do instituto de emprego
Número de desempregados chega a quase meio milhão
Por Luísa Pinto
Região Norte é responsável por quase metade do número
de inscritos nos centros de emprego. Aumenta o desemprego de longa duração
No final do mês de Janeiro, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas 483.447 desempregados. Os números estão muito próximos do meio milhão de desempregados, tendo dado o mês de Janeiro um forte contributo nessa escalada: nos primeiros 31 dias do ano, o desemprego registado aumentou 3,1 por cento, com a inscrição de quase 15 mil pessoas. E a Região Norte do país assegura, sozinha, mais de 43 por cento do número de pessoas sem posto de trabalho em Portugal.
Sábado, Fevereiro 26, 2005
Momentos da Tribulandia
O senhor X iria fazer uma comunicação importante ao país. Ergueu-se na cadeira. Fixou a atenção. O senhor X, dono da verdade absoluta, com um sorriso maravilhoso vinha falar que eram precisas mais leis e mais fiscalização. Mas não tínhamos leis para dar e vender? Podíamos até exportar para os países subdesenvolvidos. Não, esta era absolutamente necessária. Aliás só iria beneficiar o consumidor. Depois de dizer que estávamos a par da média europeia (pelo menos em leis) retirou-se com a certeza do dever cumprido. Maria Alice que tinha vindo ver o senhor X disse:- Mas que simpático que ele é. E voltou para a cozinha.
A informação da Tribulandia a caminho da perfeição
Segundo especialistas da comunicação, a possível venda da Lusomundo a um conhecido cartel da bola poderá significar que em vez dos 80% habituais páginas de desporto em todos os diários passaremos a ter 100% o que se traduzirá num forte incremento da cultura e da informação na língua portuguesas. São ainda possíveis cenários onde só terão lugar comentadores desportivos nas colunas de opinião, o que envolverá um grande esforço de formação para os actuais jornalistas.
Constitui-se já uma comissão para a colocação de uma estátua, junto aos Jerónimos, ao presidente da Telecom. Bem haja!
Constitui-se já uma comissão para a colocação de uma estátua, junto aos Jerónimos, ao presidente da Telecom. Bem haja!
Os resultados das políticas imbecis
SIC
Desinvestimento estrangeiro
Dados do Banco de Portugal revelam queda de 85 por cento em relação a 2003
Em 2004, o investimento estrangeiro em Portugal foi o mais baixo dos últimos quatro anos. Segundo dados do Banco de Portugal, atingiu apenas 895 milhões de euros, o que representa uma queda de 85 por cento em relação a 2003.
O desinvestimento estrangeiro em Portugal não é de agora, verifica-se desde 2001. Na altura, Portugal vivia momentos particularmente difíceis. O país atravessava uma crise política, António Guterres saía do Governo, mas a entrada Durão Barroso não melhorou as coisas.
E os inteligentes deste país julgam que é só por causa do custo da mão-de-obra? Até os investidores estrangeiros já têm medo da incompetência dos dirigentes da Tribulandia
Desinvestimento estrangeiro
Dados do Banco de Portugal revelam queda de 85 por cento em relação a 2003
Em 2004, o investimento estrangeiro em Portugal foi o mais baixo dos últimos quatro anos. Segundo dados do Banco de Portugal, atingiu apenas 895 milhões de euros, o que representa uma queda de 85 por cento em relação a 2003.
O desinvestimento estrangeiro em Portugal não é de agora, verifica-se desde 2001. Na altura, Portugal vivia momentos particularmente difíceis. O país atravessava uma crise política, António Guterres saía do Governo, mas a entrada Durão Barroso não melhorou as coisas.
E os inteligentes deste país julgam que é só por causa do custo da mão-de-obra? Até os investidores estrangeiros já têm medo da incompetência dos dirigentes da Tribulandia
Desculpas de mau perdedor
SIC
Denúncias de José Mourinho
Técnico afirma que Rijkaard esteve mais de cinco minutos no balneário do árbitro
O português revelou que o treinador do Barcelona esteve a falar com o árbitro Anders Frisk no intervalo do jogo da Liga Milionária.
O treinador Chelsea, José Mourinho, denunciou que o técnico do FC Barcelona esteve cinco minutos no balneário do árbitro Anders Frisk durante o intervalo do jogo da Liga dos Campeões.
"Rijkaard esteve no balneário do árbitro mais de cinco minutos. Eu sei porque os meus adjuntos estavam à porta enquanto a reunião acontecia", avançou o treinador português, em entrevista publicada no diário desportivo espanhol Marca, ao qual negou ter havido qualquer agressão entre ambos durante a conversa.
Só quem não viu o jogo não assistiu ao esmagamento total do Chelsea pelo Barcelona que fez gala de um futebol muito superior e de grande espectacularidade. Mas os habituados às conspirações (caso da fuga) custa-lhes reconhecer a superioridade do treinador do Barcelona e dos seus jogadores.
Denúncias de José Mourinho
Técnico afirma que Rijkaard esteve mais de cinco minutos no balneário do árbitro
O português revelou que o treinador do Barcelona esteve a falar com o árbitro Anders Frisk no intervalo do jogo da Liga Milionária.
O treinador Chelsea, José Mourinho, denunciou que o técnico do FC Barcelona esteve cinco minutos no balneário do árbitro Anders Frisk durante o intervalo do jogo da Liga dos Campeões.
"Rijkaard esteve no balneário do árbitro mais de cinco minutos. Eu sei porque os meus adjuntos estavam à porta enquanto a reunião acontecia", avançou o treinador português, em entrevista publicada no diário desportivo espanhol Marca, ao qual negou ter havido qualquer agressão entre ambos durante a conversa.
Só quem não viu o jogo não assistiu ao esmagamento total do Chelsea pelo Barcelona que fez gala de um futebol muito superior e de grande espectacularidade. Mas os habituados às conspirações (caso da fuga) custa-lhes reconhecer a superioridade do treinador do Barcelona e dos seus jogadores.
Solução milagrosa com música na Tribulandia
Segundo diversos especialistas mundiais, a solução para aumentar a produtividade na Tribulandia e o interesse para o estudo e a investigação passa pela utilização da música, tipo rock e pop, nas empresas e nas salas de aula, podendo ainda ser dados bilhetes para concertos musicais em estádios aos contribuintes que tenham as suas situações fiscais em ordem, para diminuição do défice.
Más notícias para a situação no Iraque
JN
Guterres vai ao Iraque dar aula de democracia
Guterres quer contribuir para a democratização do Iraque
O presidente da Internacional Socialista, António Guterres, é o principal orador de uma conferência, marcada para segunda e terça-feira, em Bagdad, cujo objectivo é ensinar os partidos iraquianos a criar um regime democrático.
Se a confusão no Iraque já era muita agora, certamente, vai duplicar. Que se previnam as forças da coligação e se coloquem em estado de alerta.
Guterres vai ao Iraque dar aula de democracia
Guterres quer contribuir para a democratização do Iraque
O presidente da Internacional Socialista, António Guterres, é o principal orador de uma conferência, marcada para segunda e terça-feira, em Bagdad, cujo objectivo é ensinar os partidos iraquianos a criar um regime democrático.
Se a confusão no Iraque já era muita agora, certamente, vai duplicar. Que se previnam as forças da coligação e se coloquem em estado de alerta.
Estranhos comportamentos na Tribulandia
JN
Engano lesou expectativas de milhares de fãs dos U2
Cristiano Pereira e Emanuel Carneiro
Disponibilizados apenas dez bilhetes para venda por multibanco, devido a erro dos organizadores Para se comprar ingressos na BP, é obrigatório ter cartão da empresa, facto só agora divulgado
Um engano da Ritmos & Blues, organizadora do concerto dos U2 no Estádio de Alvalade, em Lisboa, a 14 de Agosto, lesou as expectativas dos milhares de fãs da banda irlandesa que, ontem, às 14 horas, horário previsto para início da venda por multibanco, "assaltaram" os respectivos terminais. Àquela hora, estavam disponíveis, para todo o país, dez bilhetes. Dez.
Por isso, tão depressa o utente recebia informação de que o serviço não estava disponível naquele momento como, logo a seguir, era informado de que os bilhetes já teriam esgotado. A confusão foi inédita numa acção do género em Portugal, levando ao 'crash' temporária das caixas multibanco (ver caixa).
Quem falou em crise? Não andará por aí alguma bactéria desconhecida a fazer estragos?
Engano lesou expectativas de milhares de fãs dos U2
Cristiano Pereira e Emanuel Carneiro
Disponibilizados apenas dez bilhetes para venda por multibanco, devido a erro dos organizadores Para se comprar ingressos na BP, é obrigatório ter cartão da empresa, facto só agora divulgado
Um engano da Ritmos & Blues, organizadora do concerto dos U2 no Estádio de Alvalade, em Lisboa, a 14 de Agosto, lesou as expectativas dos milhares de fãs da banda irlandesa que, ontem, às 14 horas, horário previsto para início da venda por multibanco, "assaltaram" os respectivos terminais. Àquela hora, estavam disponíveis, para todo o país, dez bilhetes. Dez.
Por isso, tão depressa o utente recebia informação de que o serviço não estava disponível naquele momento como, logo a seguir, era informado de que os bilhetes já teriam esgotado. A confusão foi inédita numa acção do género em Portugal, levando ao 'crash' temporária das caixas multibanco (ver caixa).
Quem falou em crise? Não andará por aí alguma bactéria desconhecida a fazer estragos?
Experiência piloto na Tribulandia
Público
O mundo está cada vez mais perigoso
Da instabilidade no Iraque às mudanças climáticas, o Fórum Económico Mundial elaborou em conjunto com a Merrill Lynch um "guia de ameaças" para os líderes mundiais. Transformar as ameaças em oportunidades é o desafio
Pedro Ribeiro
O mundo está cada vez mais turbulento e complexo, e as instituições políticas e financeiras não estão preparadas para responder aos riscos globais mais prementes. Foi este o ponto de partida do Programa de Riscos Globais do Fórum Económico Mundial (FEM), que em conjunção com o banco de investimentos americanos Merrill Lynch apresentou um "guia dos riscos globais" mais urgentes.
O FEM usou este projecto como base para a criação da agenda do seu encontro anual em Davos. O primeiro problema mencionado é a "falha de governação" - as grandes instituições internacionais não estão preparadas adequadamente para lidar com os riscos do século XXI.
Se querem uma solução global, perguntem aos governantes da Tribulandia como sobrevivemos sem governação
O mundo está cada vez mais perigoso
Da instabilidade no Iraque às mudanças climáticas, o Fórum Económico Mundial elaborou em conjunto com a Merrill Lynch um "guia de ameaças" para os líderes mundiais. Transformar as ameaças em oportunidades é o desafio
Pedro Ribeiro
O mundo está cada vez mais turbulento e complexo, e as instituições políticas e financeiras não estão preparadas para responder aos riscos globais mais prementes. Foi este o ponto de partida do Programa de Riscos Globais do Fórum Económico Mundial (FEM), que em conjunção com o banco de investimentos americanos Merrill Lynch apresentou um "guia dos riscos globais" mais urgentes.
O FEM usou este projecto como base para a criação da agenda do seu encontro anual em Davos. O primeiro problema mencionado é a "falha de governação" - as grandes instituições internacionais não estão preparadas adequadamente para lidar com os riscos do século XXI.
Se querem uma solução global, perguntem aos governantes da Tribulandia como sobrevivemos sem governação
Um país que não se afirma
Público
Independência de Portugal ameaçada?
Por Loureiro dos Santos
No vizinho peninsular, parece haver quem pressinta a possibilidade de acabar com a independência de Portugal, em proveito próprio. As debilidades por que passamos, por culpa dos responsáveis políticos portugueses que nos têm governado nos últimos anos, estão a ser percepcionadas como janelas de oportunidade que, se adequadamente aproveitadas, poderão conduzir ao fim do nosso autogoverno. Do que resultariam vantagens para o Estado espanhol e para regiões autónomas da Espanha (?). Naturalmente, em prejuízo da capacidade portuguesa de defender os interesses daqueles que habitam no país que os nossos maiores nos legaram.
E por este andar, nem precisam de se mexer muito. Ainda lha entregam com um pedido de desculpas.
Independência de Portugal ameaçada?
Por Loureiro dos Santos
No vizinho peninsular, parece haver quem pressinta a possibilidade de acabar com a independência de Portugal, em proveito próprio. As debilidades por que passamos, por culpa dos responsáveis políticos portugueses que nos têm governado nos últimos anos, estão a ser percepcionadas como janelas de oportunidade que, se adequadamente aproveitadas, poderão conduzir ao fim do nosso autogoverno. Do que resultariam vantagens para o Estado espanhol e para regiões autónomas da Espanha (?). Naturalmente, em prejuízo da capacidade portuguesa de defender os interesses daqueles que habitam no país que os nossos maiores nos legaram.
E por este andar, nem precisam de se mexer muito. Ainda lha entregam com um pedido de desculpas.
Cinco boas razões para um candidato
Público
Quatro razões para a candidatura de Guterres
Por Augusto Santos Silva
(...)
"Não sendo aqui analista, mas um cidadão que procura difundir e fundamentar a sua opinião situada e parcial, quero argumentar a favor de uma rápida decisão de Guterres. Entendo que o decurso e o desenlace da crise política que vivemos desde a indigitação do primeiro-ministro Santana Lopes até à vitória eleitoral de José Sócrates acrescentam razões às razões que já justificavam o avanço de António Guterres."
Tem toda a razão mas surgem-me cinco:
1) Os portugueses têm má memória
2) Os portugueses gostam de longos diálogos e consensos e pouca acção
3) É um dos mais indicados para ser o primeiro a fugir em situações de crise
4) Em politica o que não parece é: uma inutilidade total
5) Nunca de esquece dos amigalhaços
Quatro razões para a candidatura de Guterres
Por Augusto Santos Silva
(...)
"Não sendo aqui analista, mas um cidadão que procura difundir e fundamentar a sua opinião situada e parcial, quero argumentar a favor de uma rápida decisão de Guterres. Entendo que o decurso e o desenlace da crise política que vivemos desde a indigitação do primeiro-ministro Santana Lopes até à vitória eleitoral de José Sócrates acrescentam razões às razões que já justificavam o avanço de António Guterres."
Tem toda a razão mas surgem-me cinco:
1) Os portugueses têm má memória
2) Os portugueses gostam de longos diálogos e consensos e pouca acção
3) É um dos mais indicados para ser o primeiro a fugir em situações de crise
4) Em politica o que não parece é: uma inutilidade total
5) Nunca de esquece dos amigalhaços
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
A cigarra vence na Tribulandia
JN
Música
FNAC vai vender bilhetes para os U2
Venda de ingressos alargada também às caixas multibanco
Ao contrário do que tinha sido inicialmente anunciado, as sete lojas da FNAC vão vender seis mil bilhetes para o concerto dos U2, a partir de sexta-feira às 10:00, confirmou o director da FNAC-Colombo, Viriato Filipe, à Agência Lusa.
Bono e companhia actuam no Estádio Alvalade XXI a 14 de Agosto e os bilhetes devem esgotar rapidamente.
Quem foi que disse que a formiga tinha razão em relação à cigarra?
Música
FNAC vai vender bilhetes para os U2
Venda de ingressos alargada também às caixas multibanco
Ao contrário do que tinha sido inicialmente anunciado, as sete lojas da FNAC vão vender seis mil bilhetes para o concerto dos U2, a partir de sexta-feira às 10:00, confirmou o director da FNAC-Colombo, Viriato Filipe, à Agência Lusa.
Bono e companhia actuam no Estádio Alvalade XXI a 14 de Agosto e os bilhetes devem esgotar rapidamente.
Quem foi que disse que a formiga tinha razão em relação à cigarra?
Publicada por
Pedro
em
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Um país de valentes e de machos
Público
"Ele deu-me com a carrinha e fugiu"
A vida conjugal de Rita mais parecia uma interminável série de terror. Só teve um namorado: o homem com quem casou. Violou-a antes do matrimónio e a gravidez tornou o enlace obrigatório aos olhos da família... Nem sequer lhe era dado vestir uma saia. Vingança sublime: agora, usa saia quando lhe apetece. Curta. Os filhos não ousam pronunciar o nome do progenitor. Nem sequer a palavra pai. "Toda a vida viram a mãe levar pancada!" E levaram também. Havia uma vizinha que sabia das sovas. Era para lá que Rita fugia com os pequenos quando o dia se fazia noite e as agressões principiavam. Os miúdos cresciam no medo - alimentavam inseguranças e rancores.
Agora percebemos melhor porque não há verbas para a APAV (Associação de Apoio à Vítima). Estas situações tornaram-se tão normais que o melhor é investir em mais cimento.
"Ele deu-me com a carrinha e fugiu"
A vida conjugal de Rita mais parecia uma interminável série de terror. Só teve um namorado: o homem com quem casou. Violou-a antes do matrimónio e a gravidez tornou o enlace obrigatório aos olhos da família... Nem sequer lhe era dado vestir uma saia. Vingança sublime: agora, usa saia quando lhe apetece. Curta. Os filhos não ousam pronunciar o nome do progenitor. Nem sequer a palavra pai. "Toda a vida viram a mãe levar pancada!" E levaram também. Havia uma vizinha que sabia das sovas. Era para lá que Rita fugia com os pequenos quando o dia se fazia noite e as agressões principiavam. Os miúdos cresciam no medo - alimentavam inseguranças e rancores.
Agora percebemos melhor porque não há verbas para a APAV (Associação de Apoio à Vítima). Estas situações tornaram-se tão normais que o melhor é investir em mais cimento.
Publicada por
Pedro
em
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
O culto da personalidade com cheiro a requentado
Publico
O mendismo de braço dado com cavaquistas e barrosistas
Ao lado de Marques Mendes apareceram mendistas de longa data como Miguel Macedo, Artur Torres Pereira, Pedro Passos Coelho, Azevedo Soares, Pedro Vinha da Costa e Álvaro Amaro. Da parte do aparelho do partido deram a cara presidentes das distritais da Guarda (Ana Manso), Área Oeste (Lélio Lourenço), Setúbal (Luís Rodrigues), Leiria (Isabel Damasceno).
E nós que julgávamos que o culto da personalidade tinha desaparecido com o muro de Berlim!
O mendismo de braço dado com cavaquistas e barrosistas
Ao lado de Marques Mendes apareceram mendistas de longa data como Miguel Macedo, Artur Torres Pereira, Pedro Passos Coelho, Azevedo Soares, Pedro Vinha da Costa e Álvaro Amaro. Da parte do aparelho do partido deram a cara presidentes das distritais da Guarda (Ana Manso), Área Oeste (Lélio Lourenço), Setúbal (Luís Rodrigues), Leiria (Isabel Damasceno).
E nós que julgávamos que o culto da personalidade tinha desaparecido com o muro de Berlim!
Publicada por
Pedro
em
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Tudo ou nada como na roleta russa
Público
Dicionário do fim/Dicionário do princípio? (1)
Por José Pacheco Pereira
"QUE FAZER? - O que é que se pode fazer? Tudo ou quase tudo. Ou nada ou quase nada. Fará toda a diferença."
To be or not to be. That is the question. E ainda haverá alguém que queira ser? Estão todos muito preocupados em parecer.
Dicionário do fim/Dicionário do princípio? (1)
Por José Pacheco Pereira
"QUE FAZER? - O que é que se pode fazer? Tudo ou quase tudo. Ou nada ou quase nada. Fará toda a diferença."
To be or not to be. That is the question. E ainda haverá alguém que queira ser? Estão todos muito preocupados em parecer.
Publicada por
Pedro
em
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
Momentos da Tribulandia
Fui ao funeral do Zé Saraiva. Encontro muitos velhos amigos e muitos "velhos conhecidos". Ao regressar e ao lembrar alguns poses de importantes figuras, lembrei-me do Paulinho da Viola:
Tenho pena daqueles
que se agacham até ao chão
enganando a si mesmo
por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte
desse enorme batalhão
pois sei que além de flores,
nada mais vai no caixão.
Tenho pena daqueles
que se agacham até ao chão
enganando a si mesmo
por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte
desse enorme batalhão
pois sei que além de flores,
nada mais vai no caixão.
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Os comentadores de televisão e os relógios suiços
Público
"Over night success"
Por Luís Costa Pano para Mangas
(...)
O regresso de Marcelo Rebelo de Sousa ao comentário político televisivo foi uma desilusão: ou porque não estava sozinho em palco; ou porque acusou o nervosismo da estreia num canal que, apesar de tudo, tem a obrigação de contrariar a informação de lantejoulas praticada na TVI; ou porque não sentiu o conforto sem contraditório dos antigos parceiros Júlio Magalhães e José Carlos Castro; ou porque hipotecou o distanciamento partidário arduamente conquistado nos últimos anos ao envolver-se de modo estapafúrdio na campanha eleitoral; ou porque sinceramente não acreditava numa vitória tão absoluta dos socialistas e da esquerda em geral. A verdade é que, na noite eleitoral de domingo, o paradigma dos comentadores preferidos pelas massas mais parecia um gato constipado: macilento, com ar tristonho, sem rasgo, e a medir as palavras que proferia com a precisão cautelosa de um relojoeiro suíço.
Vá lá! A maior parte dos comentadores parecem relógios desengonçados ou com o cuco descontrolado.
"Over night success"
Por Luís Costa Pano para Mangas
(...)
O regresso de Marcelo Rebelo de Sousa ao comentário político televisivo foi uma desilusão: ou porque não estava sozinho em palco; ou porque acusou o nervosismo da estreia num canal que, apesar de tudo, tem a obrigação de contrariar a informação de lantejoulas praticada na TVI; ou porque não sentiu o conforto sem contraditório dos antigos parceiros Júlio Magalhães e José Carlos Castro; ou porque hipotecou o distanciamento partidário arduamente conquistado nos últimos anos ao envolver-se de modo estapafúrdio na campanha eleitoral; ou porque sinceramente não acreditava numa vitória tão absoluta dos socialistas e da esquerda em geral. A verdade é que, na noite eleitoral de domingo, o paradigma dos comentadores preferidos pelas massas mais parecia um gato constipado: macilento, com ar tristonho, sem rasgo, e a medir as palavras que proferia com a precisão cautelosa de um relojoeiro suíço.
Vá lá! A maior parte dos comentadores parecem relógios desengonçados ou com o cuco descontrolado.
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Oportunidades da Tribulandia
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Sensação na Tribulandia
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Valha-nos o Senhor de Matosinhos
Paisagem urbana destruída

Paisagem subterrânea construída

Paisagem subterrânea construída
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Até que enfim vamos ser europeus na saúde
JN
Cartão europeu de saúde entra em vigor dia 1
O acesso aos cuidados de saúde no Espaço Económico Europeu e Suíça aos cidadãos da União Europeia em deslocações temporárias passa a ser facilitado, a partir do próximo dia 1, através do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD). O CESD vem substituir outros formulários comunitários, designadamente o E111, não alterando os direitos e obrigações antes garantidos.
Ora aí está uma boa razão para viajar ou para adoecer em viagem.
Cartão europeu de saúde entra em vigor dia 1
O acesso aos cuidados de saúde no Espaço Económico Europeu e Suíça aos cidadãos da União Europeia em deslocações temporárias passa a ser facilitado, a partir do próximo dia 1, através do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD). O CESD vem substituir outros formulários comunitários, designadamente o E111, não alterando os direitos e obrigações antes garantidos.
Ora aí está uma boa razão para viajar ou para adoecer em viagem.
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Iniciativas de reanimação económica e não só
JN
Congresso sobre sexo no Porto
O Porto assistirá, em Março próximo, a um congresso sobre sexo, arte e terapia, que reunirá psicólogos, cientistas, académicos, José Castelo Branco e uma "prostituta multimédia" norte-americana.
São iniciativas destas que a região estava a precisar, dada a decadência do vigor nortenho.
Congresso sobre sexo no Porto
O Porto assistirá, em Março próximo, a um congresso sobre sexo, arte e terapia, que reunirá psicólogos, cientistas, académicos, José Castelo Branco e uma "prostituta multimédia" norte-americana.
São iniciativas destas que a região estava a precisar, dada a decadência do vigor nortenho.
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
No importar é que está o ganho da Tribulandia
JN
Exportações prejudicam economia europeia
Correspondente em Bona
O Ifo, conceituado Instituto de Pesquisa Económica alemão, apresenta um panorama perturbante do crescimento económico na Europa e afirma que Portugal é um dos países com a apreciação mais negativa.
E não é muito mais fácil importar? Onde estão as iniciativas exportadoras fora da conversa de chacha habitual? Onde estão os resultados do "Compromissso Tribulandia?
Exportações prejudicam economia europeia
Correspondente em Bona
O Ifo, conceituado Instituto de Pesquisa Económica alemão, apresenta um panorama perturbante do crescimento económico na Europa e afirma que Portugal é um dos países com a apreciação mais negativa.
E não é muito mais fácil importar? Onde estão as iniciativas exportadoras fora da conversa de chacha habitual? Onde estão os resultados do "Compromissso Tribulandia?
Publicada por
Pedro
em
Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
Se não fosse triste daria para uma boa gargalhada
JN
APAV só tem verbas para funcionar mais um mês
Desespero Governo não renovou o protocolo assinado com Associação Portuguesa de Apoio à Vítima Um dos gabinetes de Lisboa já fechou
Clara Vasconcelos
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) anunciou, ontem, que só tem verbas para manter as portas abertas por mais um mês. O Governo não renovou o protocolo assinado anteriormente com aquela instituição de solidariedade social, deixando-a sem recursos financeiros.
(...)
Manuel Ferreira Antunes sublinhou que a APAV "so existe porque o Estado não desempenha as suas obrigações". O protocolo, que entretanto caducou, firmava "uma relação contratual" de prestação de serviços.
Finalmente os "carinhosos" machos e quejandos da Tribulandia já podem dar plena satisfação às suas valentias domésticas sobre as vimas indefesas. Grande atitude de um governo que se dizia preocupado com a situação dos cidadãos com menores posses e com maiores dificuldades. Talvez tivessem apoio se fizessem parte da Liga de futebol...
APAV só tem verbas para funcionar mais um mês
Desespero Governo não renovou o protocolo assinado com Associação Portuguesa de Apoio à Vítima Um dos gabinetes de Lisboa já fechou
Clara Vasconcelos
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) anunciou, ontem, que só tem verbas para manter as portas abertas por mais um mês. O Governo não renovou o protocolo assinado anteriormente com aquela instituição de solidariedade social, deixando-a sem recursos financeiros.
(...)
Manuel Ferreira Antunes sublinhou que a APAV "so existe porque o Estado não desempenha as suas obrigações". O protocolo, que entretanto caducou, firmava "uma relação contratual" de prestação de serviços.
Finalmente os "carinhosos" machos e quejandos da Tribulandia já podem dar plena satisfação às suas valentias domésticas sobre as vimas indefesas. Grande atitude de um governo que se dizia preocupado com a situação dos cidadãos com menores posses e com maiores dificuldades. Talvez tivessem apoio se fizessem parte da Liga de futebol...
Publicada por
Pedro
em
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Os direitos dos consumidores actualmente
JN
Molho inglês não deve ser consumido
Alerta em Portugal depois de ter sido detectado produto potencialmente cancerígeno
As autoridades alimentares apelaram hoje aos portugueses para que deixem de consumir molho inglês até que sejam divulgados os resultados das análises ao produto potencialmente cancerígeno importado do Reino Unido.
(...)
Os 359 produtos alimentares retirados do mercado britânico são habitualmente comercializados por cadeias de supermercados no Reino Unido, como a Asda, Waitrose, Tesco, Marks and Spencer e SainburyÈs, e contêm um molho produzido pela sociedade Premier Foods, denominado Crosse and Blackwell Worcester Sauce.
A autoridade alimentar britânica alertou os consumidores que tenham em casa este tipo de produtos para não os utilizarem.
Um lote de pimenta em pó com o colorante Sudan 1, um produto de uso proibido no fabrico de alimentos na União Europeia, foi usado no fabrico do molho agora retirado do mercado.
O Sudan 1 é normalmente utilizado para dar cor vermelha aos solventes, cera ou graxa e, segundo António Ramos, usado nalguns países orientais para dar mais cor às especiarias.
Mais uma das maravilhas dos produtos impingidos aos consumidores. Tudo segue sem análise e cuidado. Depois ver-se-á. O que interessa é vender.
Molho inglês não deve ser consumido
Alerta em Portugal depois de ter sido detectado produto potencialmente cancerígeno
As autoridades alimentares apelaram hoje aos portugueses para que deixem de consumir molho inglês até que sejam divulgados os resultados das análises ao produto potencialmente cancerígeno importado do Reino Unido.
(...)
Os 359 produtos alimentares retirados do mercado britânico são habitualmente comercializados por cadeias de supermercados no Reino Unido, como a Asda, Waitrose, Tesco, Marks and Spencer e SainburyÈs, e contêm um molho produzido pela sociedade Premier Foods, denominado Crosse and Blackwell Worcester Sauce.
A autoridade alimentar britânica alertou os consumidores que tenham em casa este tipo de produtos para não os utilizarem.
Um lote de pimenta em pó com o colorante Sudan 1, um produto de uso proibido no fabrico de alimentos na União Europeia, foi usado no fabrico do molho agora retirado do mercado.
O Sudan 1 é normalmente utilizado para dar cor vermelha aos solventes, cera ou graxa e, segundo António Ramos, usado nalguns países orientais para dar mais cor às especiarias.
Mais uma das maravilhas dos produtos impingidos aos consumidores. Tudo segue sem análise e cuidado. Depois ver-se-á. O que interessa é vender.
Publicada por
Pedro
em
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
