quinta-feira, julho 03, 2008

Medina Carreira põe a boca no trombone sobre a economia

Medina Carreira veia à SIC Notícias dar uma entrevista sobre o estado do país ao programa "Negócios da Semana". Aberto e contundente pôs a boca no trombone sobre a actuação do governo e sobre o descalabro que desabou sobre este país à beira-mar plantado. Muito do que expressou tem sido uma preocupação constante da Tribulandia em inúmeros "posts". Que os ministros não sabem o que andam a fazer e que são incompetentes, que o primeiro Sócrates não percebeu ainda nada do que se está a passar, que tudo não passa de uma palhaçada para inglês ver através dos meios de comunicação que testemunham actos pouco próprios de um governante que anda a conferir facturas na rua ou a distribuir computadores, em vez de pensar e cumprir o seu lugar. Disse claramente que a economia já estava há muito fragilizada e que tem tendência a piorar ainda mais quando a conjuntura internacional se agrava economicamente e que nada tem sido feito para alterar as estruturas. Em resumo, um autêntico desastre. O termo palhaçada é na verdade adequado.
Questionado sobre a possível evolução do país, no futuro, disse claramente que este tipo de regime democrático não serve porque os partidos e os seus políticos (a tratarem da sua vida e não da nação) são absolutamente incompetentes. Mais grave do que isso, disse ainda que a continuar tudo como até aqui não vislumbra o que se vai passar mas certamente não serão apenas protestos silenciosos.
O jornalista ficou um pouco incomodado e lá tentou levar a conversa para um tom mais conciliatório, sem resultado.
Os tempos estão a mudar e os puxa-saco habituais do governo devem ter ficado com as orelhas a arder. Ficamos satisfeitos por verificar que uma voz autorizada não está embalada no lodo habitual.

1 comentário:

kaicevy disse...

Disse claramente que a economia já estava há muito fragilizada e que tem tendência a piorar ainda mais quando a conjuntura internacional se agrava economicamente e que nada tem sido feito para alterar as estruturas