quinta-feira, abril 10, 2008
Contra a supressão de postos de trabalho na educação em França
Excelente vídeo realizado pelo liceu Bellevue d'Albi, França, apresentando uma acção simbólica durante a visita de um inspector.
A oeste nada de novo no futebol
Apito Dourado: Prendas a árbitros eram normais
Testemunhas de defesa de José Luís Oliveira afirmaram que Gondomar não precisava “de subornar”
...
"Era habitual oferecerem calças de ganga, vinhos, esse tipo de ofertas que normalmente identificam um bocadinho os produtos da terra", disse, acrescentando ser também "prática habitual, e cortesia, convidar a equipa de arbitragem para um lanche".
E fruta, chocolates e bombons...Santa inocência...
Testemunhas de defesa de José Luís Oliveira afirmaram que Gondomar não precisava “de subornar”
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"Era habitual oferecerem calças de ganga, vinhos, esse tipo de ofertas que normalmente identificam um bocadinho os produtos da terra", disse, acrescentando ser também "prática habitual, e cortesia, convidar a equipa de arbitragem para um lanche".
E fruta, chocolates e bombons...Santa inocência...
quarta-feira, abril 09, 2008
Helicópteros novos que não funcionam
A Força Aérea foi presenteada com 12 helicópteros pelo governo. Vários milhões de euros foram gastos do erário público. Algum tempo decorrido só funcionam 5 (cinco) por falta de peças para reparação e por ainda não estar assinado qualquer contrato de manutenção! Assim os velhos que iam ser vendidos estão a ser recuperados.
Na TV um responsável da Força Aérea diz que lá vão fazendo o serviço mas com deficiências. Nada se fala sobre quem fez aquela encomenda. Parce que os helicópteros surgiram do nada. A notícia passa e tudo vai continuar como dantes. Faz-nos lembrar a história vivida de construções públicas que passado um ano já metiam água por todo o lado ou de estradas novas que, de repente, aparecem cheias de buracos. Em tudo isto, interrogamo-nos se estes factos não têm a ver com posteriores nomeações de políticos e governantes para os conselhos de administração de empresas privadas. Alguns nem currículo têm para além da militância no partido e outros apresentam diplomas mais do que duvidosos. Talvez seja porque o povo é quem mais ordena e o povo tem as costas largas, sobretudo para carregar com os impostos que depois são desbaratados daquelas maneiras. Além do mais, o Estado é demasiado abstracto para assinar contratos de manutenção. A presidente do Tribunal do Comércio, segundo a TV disse que os estrangeiros deveriam pensar que este é um país de malucos, a propósito da Justiça mas a maluqeira também anda por aí à solta nas despesas do Estado.
Na TV um responsável da Força Aérea diz que lá vão fazendo o serviço mas com deficiências. Nada se fala sobre quem fez aquela encomenda. Parce que os helicópteros surgiram do nada. A notícia passa e tudo vai continuar como dantes. Faz-nos lembrar a história vivida de construções públicas que passado um ano já metiam água por todo o lado ou de estradas novas que, de repente, aparecem cheias de buracos. Em tudo isto, interrogamo-nos se estes factos não têm a ver com posteriores nomeações de políticos e governantes para os conselhos de administração de empresas privadas. Alguns nem currículo têm para além da militância no partido e outros apresentam diplomas mais do que duvidosos. Talvez seja porque o povo é quem mais ordena e o povo tem as costas largas, sobretudo para carregar com os impostos que depois são desbaratados daquelas maneiras. Além do mais, o Estado é demasiado abstracto para assinar contratos de manutenção. A presidente do Tribunal do Comércio, segundo a TV disse que os estrangeiros deveriam pensar que este é um país de malucos, a propósito da Justiça mas a maluqeira também anda por aí à solta nas despesas do Estado.
terça-feira, abril 08, 2008
Os grandes gestores que (se) governam
FERNANDA CÂNCIO, JOSÉ SÓCRATES E O PSD
João Miguel Tavares
jornalista
jmtavares@dn.pt
No dia em que o Expresso informava que o Jorge Coelho que vai presidir à Mota-Engil é o mesmo que confiou à construtora contratos de mil milhões de euros enquanto ministro das Obras Públicas, Agostinho Banquinho, porta-voz do PSD para a comunicação social, decidiu denunciar um escandaloso favorecimento do Estado: a contratação da jornalista Fernanda Câncio para assinar uma série de dez programas na RTP2 sobre bairros problemáticos.
....
O que Agostinho Branquinho não disse à Lusa, porque preferiu a insinuação cobardolas - mas eu digo por ele -, é que todo este episódio vergonhoso só existe para sugerir que José Sócrates andou a pressionar a RTP para fazer um favorzinho a Fernanda Câncio. Sócrates, que ainda há poucos anos era homossexual (lembram-se?, foi no tempo do amigo Santana), agora parece que se transformou num heterossexual furioso, empenhado em arranjar tachos à namorada. É este o PSD que temos. E é esta a gente que quer mandar no País. Só duas palavrinhas (muito simples): vade retro.
Cruzes canhoto! É tanta a mistura que qualquer dia isto parece uma pastelada de...
Toca a esconder a chama olímpica
DN
A chama olímpica foi apagada em Paris
LUÍS NAVES
China humilhada durante as etapas europeias
Protestos pró-tibetanos obrigaram os organizadores dos Jogos Olímpicos a abreviarem a exibição da tocha olímpica, em Paris, e a levá-la dentro de um autocarro até ao fim do percurso. A chama apagou-se entre duas e cinco vezes, conforme as versões.
Parece que o show-off cada vez funciona menos...
A chama olímpica foi apagada em Paris
LUÍS NAVES
China humilhada durante as etapas europeias
Protestos pró-tibetanos obrigaram os organizadores dos Jogos Olímpicos a abreviarem a exibição da tocha olímpica, em Paris, e a levá-la dentro de um autocarro até ao fim do percurso. A chama apagou-se entre duas e cinco vezes, conforme as versões.
Parece que o show-off cada vez funciona menos...
Futebol português é uma mentira
JN
Pimenta Machado diz que futebol português é "uma mentira"
Apito Dourado “é um apêndice” que nada vai resolver, acrescenta o antigo presidente do Vitória de Guimarães
Pimenta Machado, antigo presidente do Vitória de Guimarães, afirmou hoje, no Tribunal de Gondomar, que o futebol português é "uma mentira" e defendeu que o processo de alegada corrupção "Apito Dourado" nada vai resolver.
"O futebol português é uma mentira. Isto (Apito Dourado) é um apêndice. São pormenores. Não querem resolver, querem é empolar o lateral", sublinhou, em declarações aos jornalistas à saída do tribunal.
Só os "céguinhos" não querem ver a verdade. A quem interessará esta mentira?
Pimenta Machado diz que futebol português é "uma mentira"
Apito Dourado “é um apêndice” que nada vai resolver, acrescenta o antigo presidente do Vitória de Guimarães
Pimenta Machado, antigo presidente do Vitória de Guimarães, afirmou hoje, no Tribunal de Gondomar, que o futebol português é "uma mentira" e defendeu que o processo de alegada corrupção "Apito Dourado" nada vai resolver.
"O futebol português é uma mentira. Isto (Apito Dourado) é um apêndice. São pormenores. Não querem resolver, querem é empolar o lateral", sublinhou, em declarações aos jornalistas à saída do tribunal.
Só os "céguinhos" não querem ver a verdade. A quem interessará esta mentira?
segunda-feira, abril 07, 2008
Uma grande baralhada
SIC
Por sua vez, o presidente do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, referiu-se ao primeiro-ministro como "aquele engenheiro que fez aquelas casas com uns azulejos horríveis".
"Não sabem quem fez, com aqueles azulejos horríveis? É muito complicado, não era engenheiro, era engenheiro, mas antes de ser engenheiro desenhava, mas desenhava azulejos, olhe, uma grande baralhada, é como o país", declarou Jardim.
Nesta baralhada, até o Alberto João acerta no alvo.
Por sua vez, o presidente do PSD/Madeira, Alberto João Jardim, referiu-se ao primeiro-ministro como "aquele engenheiro que fez aquelas casas com uns azulejos horríveis".
"Não sabem quem fez, com aqueles azulejos horríveis? É muito complicado, não era engenheiro, era engenheiro, mas antes de ser engenheiro desenhava, mas desenhava azulejos, olhe, uma grande baralhada, é como o país", declarou Jardim.
Nesta baralhada, até o Alberto João acerta no alvo.
Os campeões do desemprego
Correio da Manhã
DESEMPREGO NO TOPO DA UE
Portugal tinha em Fevereiro último a sétima mais elevada taxa de desemprego na União Europeia a 15. Com 7,5 por cento, Portugal, apesar de ter um valor inferior ao registado em igual período de 2007, estava acima da média da UE. Entre os desempregados conta-se muitos trabalhadores a recibo verde.
Estão à vista o progresso do país e as políticas económicas dos sábios...
DESEMPREGO NO TOPO DA UE
Portugal tinha em Fevereiro último a sétima mais elevada taxa de desemprego na União Europeia a 15. Com 7,5 por cento, Portugal, apesar de ter um valor inferior ao registado em igual período de 2007, estava acima da média da UE. Entre os desempregados conta-se muitos trabalhadores a recibo verde.
Estão à vista o progresso do país e as políticas económicas dos sábios...
Um magistrado que vale a pena ouvir
JN
Entrevista | Luís Noronha de Nascimento, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça
“Violência nas escolas não se resolve na Justiça”
José António Domingues
...
E qual é a solução para isto?
Não há solução jurídica. A solução é de política nacional e geral, que permita que a população se distribua por zonas de riqueza, que não podem ficar concentradas no mesmo sítio. Começa a ser frequente dizer-se que nas cidades médias é que se vive bem. E uma das políticas de desenvolvimento social da própria União Europeia defende que a população esteja equilibradamente distribuída pelos países...
Está a dizer que os fenómenos criminais têm origem em problemas sociais e que pouco adianta a Justiça actuar?
Se há gente a mais no litoral, se não há emprego, se fecha a indústria, o que é que a gente nova vai fazer? Estamos a falar de gente nova, porque não são as pessoas de 50 ou 60 anos que estão a criar problemas. O que vão fazer as pessoas que estão a começar a vida?
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sabe o que diz e vele a pena ler a sua entrevista. Homens a pensar como ele, sem falsos dogmas ou frases feitas, dão-nos alguma esperança neste país de tontos.
Entrevista | Luís Noronha de Nascimento, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça
“Violência nas escolas não se resolve na Justiça”
José António Domingues
...
E qual é a solução para isto?
Não há solução jurídica. A solução é de política nacional e geral, que permita que a população se distribua por zonas de riqueza, que não podem ficar concentradas no mesmo sítio. Começa a ser frequente dizer-se que nas cidades médias é que se vive bem. E uma das políticas de desenvolvimento social da própria União Europeia defende que a população esteja equilibradamente distribuída pelos países...
Está a dizer que os fenómenos criminais têm origem em problemas sociais e que pouco adianta a Justiça actuar?
Se há gente a mais no litoral, se não há emprego, se fecha a indústria, o que é que a gente nova vai fazer? Estamos a falar de gente nova, porque não são as pessoas de 50 ou 60 anos que estão a criar problemas. O que vão fazer as pessoas que estão a começar a vida?
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sabe o que diz e vele a pena ler a sua entrevista. Homens a pensar como ele, sem falsos dogmas ou frases feitas, dão-nos alguma esperança neste país de tontos.
domingo, abril 06, 2008
Em terra de cegos
Expresso
A cegueira como norma
Num conto magnífico, 'Em terra de cegos', H.G. Wells imagina uma comunidade isolada onde todos os habitantes são cegos há 14 gerações e já não têm memória da visão. Nisto, um explorador encontra aquela comunidade e tenta convencê-los de que o mundo é diferente do modo como a comunidade o imagina. Acaba por ser mal recebido, contrariando assim o conhecido ditado 'em terra de cegos quem tem um olho é rei'.
A parábola de uma comunidade cega fechada sobre si, que vai criando regras próprias estranhas à generalidade do mundo, pode servir a este Governo.
Para localizarem "tachos" vêm até muito bem...
A cegueira como norma
Num conto magnífico, 'Em terra de cegos', H.G. Wells imagina uma comunidade isolada onde todos os habitantes são cegos há 14 gerações e já não têm memória da visão. Nisto, um explorador encontra aquela comunidade e tenta convencê-los de que o mundo é diferente do modo como a comunidade o imagina. Acaba por ser mal recebido, contrariando assim o conhecido ditado 'em terra de cegos quem tem um olho é rei'.
A parábola de uma comunidade cega fechada sobre si, que vai criando regras próprias estranhas à generalidade do mundo, pode servir a este Governo.
Para localizarem "tachos" vêm até muito bem...
Decência procura-se. Gratifica-se quem a encontrar
No Expresso
Mota Engil
BE considera "indecente" nomeação de Jorge Coelho
"Não podemos confiar em políticos com apetite", declarou o líder partidário Francisco Louçã insistindo na necessidade de um período de dez anos de incompatibilidade entre funções públicas e privadas.
...
"Era o que faltava que um dia destes alguém nos viesse dizer que quem se mete com a Mota Engil leva. A Mota Engil e outras grandes empresas têm levado o que querem: ganham os concursos, têm a construção das auto-estradas, têm a construção das pontes e depois têm à sua frente os ex-ministros que contribuíram para algumas dessas decisões. É preciso decência", acrescentou.
E onde para a decência nesta democracia-plutocracia?
Mota Engil
BE considera "indecente" nomeação de Jorge Coelho
"Não podemos confiar em políticos com apetite", declarou o líder partidário Francisco Louçã insistindo na necessidade de um período de dez anos de incompatibilidade entre funções públicas e privadas.
...
"Era o que faltava que um dia destes alguém nos viesse dizer que quem se mete com a Mota Engil leva. A Mota Engil e outras grandes empresas têm levado o que querem: ganham os concursos, têm a construção das auto-estradas, têm a construção das pontes e depois têm à sua frente os ex-ministros que contribuíram para algumas dessas decisões. É preciso decência", acrescentou.
E onde para a decência nesta democracia-plutocracia?
sábado, abril 05, 2008
O império dos porcos
"O número de políticos em altos cargos na privada faz recordar aquela observaçõa que antes se ia dizendo por graça mas que pelos vistos é verdadeira: mais importante do que ser ministro..é já ter sido.
José Leite Pereira
Jornal de Notícias
José Leite Pereira
Jornal de Notícias
Nada como ter o futebol a ajudar
"Este é um país de medos e muito desse medo foi inculcado por pessoas ligadas ao futebol"
Rui Santos
Record
E deposi digam que os mafiosos são sicilianos...
Rui Santos
Record
E deposi digam que os mafiosos são sicilianos...
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