A Turquia critica critica o acordo entre o grupo segurador AXA e os descendentes do genocídio arménio. Ler o artigo aqui
1,5 milhões de arménios foram mortos. Grande credencial para a adesão aos princípios democráticos da UE!
terça-feira, outubro 25, 2005
A favor ou contra o povo libertado?
JN
Britânicos indesejados
iraque Sondagem pedida por Londres revela que a 65% dos iraquianos está a favor de atentados País viveu mais um dia de explosões e mortos
Milhões de iraquianos consideram que os ataques suicidas contra as forças britânicas são justificados, revelou o semanário "Sunday Telegraph", citando uma sondagem secreta encomendada por oficiais superiores britânicos.
A sondagem indica que 65% dos iraquianos apoiam os ataques suicidas e menos de 1% considera que a intervenção das forças aliadas contribuiu para melhorar a segurança no país.
Não será motivo para repensar a estratégia vigente?
Britânicos indesejados
iraque Sondagem pedida por Londres revela que a 65% dos iraquianos está a favor de atentados País viveu mais um dia de explosões e mortos
Milhões de iraquianos consideram que os ataques suicidas contra as forças britânicas são justificados, revelou o semanário "Sunday Telegraph", citando uma sondagem secreta encomendada por oficiais superiores britânicos.
A sondagem indica que 65% dos iraquianos apoiam os ataques suicidas e menos de 1% considera que a intervenção das forças aliadas contribuiu para melhorar a segurança no país.
Não será motivo para repensar a estratégia vigente?
A vida das crianças em Portugal para além do nascimento
No "Prós e Contras" da RTP1 um programa sobre a situação das crianças em Portugal que segundo relatório invocado da Unicef nos coloca nas piores posições quanto a maltratar as infelizes. Falou-se de violações, desaparecimentos, mortes provocadas por espancamento e por aí adiante. Temos montes de organismos e comissões mas, pelos vistos, os resultados são muito insuficientes. Como de costume, muito palavreado para abater. A selvajaria anda por aí à solta no país dos brandos e ignorantes costumes e os responsáveis pela defesa das crianças impotentes para a suster. Onde param agora os "hipócritas" defensores da vida em embrião?
segunda-feira, outubro 24, 2005
As sombras da nossa existência na cidade
Andam pelas ruas absortos como se o seu único objectivo fosse o deambular. Às vezes falam sózinhos ou fazem gestos que os passantes teimam em não perceber. Alguns, sentam-se nos poucos bancos que existem pela cidade e embalados pelo ruído dos carros, vão tombando de lado e adormecendo. Aqui e acolá, pendurados no balcão de algum café bebem uma cerveja ou tomam uma aguardente. Seu semblante é muito parecido com os mais ocupados e apressados que, eles, também deambulam na roda do trabalho. No café, em pequenos grupos, discutem futebol.Na antecâmara do descanso final, resignados, escoam a vida, num universo de modernidade que os deixou para trás.A chama dos grandes entusiasmos já se foi e há que acomodar-se, assim manda o "bom senso" dos ilustrados. Muitas vezes, nas farmácias, perguntam porque razão o genérico é mais caro. São o espelho vivo da solidãodos outros. Servem talvez para dar importância aos melhor instalados na escala da sobrevivência. E onde param os sorrisos de criança, a alegria de ver o sol aquecer os rostos ou a emoção dos desejos? No cruzar do seu olhar ficamos um pouco mais frustrados.
Para que serve o capital de risco em Portugal?
DN
entrevista
"Estado deveria apoiar risco dos empresários"
nhelena garrido
nrudolfo rebêlo
Proteger mercados. "Estado deve abrir sectores estratégicos" a estrangeiros," mas num quadro de reciprocidade", diz Murteira Nabo
(...)
Não acha que a classe empresarial está viciada em programas de apoio ao financiamento?
Um pouco, mas o País precisa de apostas... O Governo devia também tentar atrair investidores através do capital de risco. O risco não pode estar concentrado apenas no empresário. Ideias, tecnologias devem ser protegidas. É assim em todo o mundo.
Isto se houvesse alguma imaginação. O capital de risco, neste país, é para apoiar, subsidiariamente, grandes grupos.
entrevista
"Estado deveria apoiar risco dos empresários"
nhelena garrido
nrudolfo rebêlo
Proteger mercados. "Estado deve abrir sectores estratégicos" a estrangeiros," mas num quadro de reciprocidade", diz Murteira Nabo
(...)
Não acha que a classe empresarial está viciada em programas de apoio ao financiamento?
Um pouco, mas o País precisa de apostas... O Governo devia também tentar atrair investidores através do capital de risco. O risco não pode estar concentrado apenas no empresário. Ideias, tecnologias devem ser protegidas. É assim em todo o mundo.
Isto se houvesse alguma imaginação. O capital de risco, neste país, é para apoiar, subsidiariamente, grandes grupos.
Ums gastam e os outros pagam
DN
Impostos aumentam para todas as classes
nrudolfo rebêlo
Os portugueses vão pagar mais impostos em 2006. Os contribuintes mais afectados serão os que auferem menores rendimentos e a classe média, sem capacidade para investir dois mil euros num Plano de Poupança Reforma (PPR). Para todas as classes de contribuintes, a "compra" do benefício fiscal é mesmo a única via para fugir ao aumento do imposto em IRS.
E o que seria de esperar com um governo "socialista" com maioria absoluta?
Impostos aumentam para todas as classes
nrudolfo rebêlo
Os portugueses vão pagar mais impostos em 2006. Os contribuintes mais afectados serão os que auferem menores rendimentos e a classe média, sem capacidade para investir dois mil euros num Plano de Poupança Reforma (PPR). Para todas as classes de contribuintes, a "compra" do benefício fiscal é mesmo a única via para fugir ao aumento do imposto em IRS.
E o que seria de esperar com um governo "socialista" com maioria absoluta?
domingo, outubro 23, 2005
A desgraça dos comentadores domingueiros
O ponto mais alto do cabotinismo é atingido na televisão com os comentários políticos do professor Marcelo. Mesmo o sorriso nos faz fazer zapping mas o resto é quase todo igual. Quando existirá uma Alta Autoridade para o bom gosto e a sobriedade?
Quem procura trabalho sofre
Se busca empleado (para humillar) . Algumas técnicas de recrutamento analisadas no "El Pais". Uma reportagem que mostra bem quanto sofrem os candidatos a um posto de trabalho, no mercado actual. Ler o artigo completo aqui
A ansiedade social na Europa e no mundo
A General Motors que sofre pesadas perdas financeiras e que perde mercado nos últimos vinte anos anunciou um plano de economias que vai alterar a parte social da empresa: mais de um bilião de dólares de redução das suas contribuições para a segurança-doença dos seus 106.000 assalariados e o seu milhão de reformados. Esta crise, segundo o Le Monde, anuncia o fim do regime social desta grande empresa que paga bem e oferece garantias. Verifica-se assim que também nos EUA se instalou a chamada "ansiedade social" tão apregoada na Europa. Com a globalização são cada vez maiores os montantes de importação de países com baixos salários e as consequências aí estão. Todas as empresas que fabricam produtos e não caminham na onda da tecnologia de ponta estarão sujeitas a esta concorrência. Segundo alguns, a criação do Mercado Comum e do Euro seria uma resposta à mundialização mas ela nunca chegou a criar um grande dinamismo. Se esta situação já é preocupante para países como a França e a Alemanha com modelos sociais fortes e mais eficazes mas com economias mais poderosas o que não representará para Portugal com o seu modelo ineficaz e desigual e baseado numa economia cheia de pés de barro e sem grande consistência? Teremos, certamente, um maior volume de desemprego e a continuação das políticas de redução dos, na sua maioria, fracos regimes de segurança. Será ainda e certamente a classe média que vai sofrer mais, embora ainda esteja pouco ciente do que a espera. A política global já criou fortes problemas em países subdesenvolvidos e agora cria problemas no seio das economias mais desenvolvidas. Significará isto que tudo o que não é produtivo é para abandonar ao seu destino? Que se assistirá à equiparação social da Europa com o Terceiro Mundo para aqueles que dão e já deram, trabalhando, o seu contributo para a riqueza dos países? Haverá apenas lugar no mundo para alguns grupos sócio-económicos que funcionam no sistema da troca e mesmo alguns desses virão a atingir o limite da precariedade? Se existe uma crise mundial ela também deriva de excesso da oferta em relação à procura e dos desequilíbrios sociais entre os diversos intervenientes. Ficam fortes dúvidas sobre o modelo de produção e de consumo adoptado. Uma nova política económica e social é necessária para tentar equilibrar os pratos da balança.
A polémica possível adesão da Turquia à UE
"Público" de 23-10-05
Escritor Orhan Pmuk apela a maior liberdade de expressão na Turquia
Em Frankfurt, numa feira do livro cada vez mais politizada, a "questão turca", nas suas diversas nuances, tem estado em destaque.
"A Turquia foi durante muito tempo uma sociedade fechada, secretista. Os factos foram escondidos às pessoas (...) Quando eu falei no assunto (o massacre dos curdos e dos arménios), ficaram chocadas. O Estado turco não lhes disse a verdade e nos manuais escolares não se encontra nada sobre o assunto"
O escritor fala ainda da ignorância dos políticos europeus. Ignorância ou interesse em ignorar? Só nos falam de vantagens...
Escritor Orhan Pmuk apela a maior liberdade de expressão na Turquia
Em Frankfurt, numa feira do livro cada vez mais politizada, a "questão turca", nas suas diversas nuances, tem estado em destaque.
"A Turquia foi durante muito tempo uma sociedade fechada, secretista. Os factos foram escondidos às pessoas (...) Quando eu falei no assunto (o massacre dos curdos e dos arménios), ficaram chocadas. O Estado turco não lhes disse a verdade e nos manuais escolares não se encontra nada sobre o assunto"
O escritor fala ainda da ignorância dos políticos europeus. Ignorância ou interesse em ignorar? Só nos falam de vantagens...
O "One man show " e o "Super Mário"
Em "Público" de 23-10-05,
A FICÇÃO
Vasco Pulido Valente
A política portuguesa tornou-se numa completa ficção. A eleição presidencial é um exemplo disso, Tanta palavra, tanto zelo, tanto entusiasmo para quê? Nenhum dos candidatos quer, no fundo mudar nada, e nenhum concertea mudará nada.
(...)
De qualquer maneira, envergonha que ver dois dos candidatos descem às bandeirinhas do Euro e de Marcelo e à irredimível patetice do "Compromisso Portugal" e do "Portugal Positivo". Envergonha mas não admira. A ficção tomou conta de tudo e de toda a gente,
Seria de esperar outra coisa dos dois candidatos das cliques política e financeira?
A FICÇÃO
Vasco Pulido Valente
A política portuguesa tornou-se numa completa ficção. A eleição presidencial é um exemplo disso, Tanta palavra, tanto zelo, tanto entusiasmo para quê? Nenhum dos candidatos quer, no fundo mudar nada, e nenhum concertea mudará nada.
(...)
De qualquer maneira, envergonha que ver dois dos candidatos descem às bandeirinhas do Euro e de Marcelo e à irredimível patetice do "Compromisso Portugal" e do "Portugal Positivo". Envergonha mas não admira. A ficção tomou conta de tudo e de toda a gente,
Seria de esperar outra coisa dos dois candidatos das cliques política e financeira?
Um sério atentado à liberdade de expressão
Em "Público" de 23-10-05
Domesticar os jornalistas
Francisco Teixeira da Mota
"Lenta e paulatinadamente, o governo avança contra mais uma das "corporações". Desta vez é a dos jornalistas. Mas não pretende (para já) pôr em causa o "especialíssimo" regime de previdência de que gozam estes profissionais. Não, para já, o objectivo corre o risco de ser outro: torná-los reverentes e receosos...para mal de todos nós"
(...)
E se é certo que o governo, provavelmente retirando lições da recente presidência da CCPJ (Comissão da Carteira Profissional de Jornalista), afastou a ideia de ter um magistrado à frente deste orgão, a verdade é que a criação de um terceiro organismo, para além da entidade patronal e dos tribunais, perante o qual os jornalistas passam a ter de responder e a ser punidos pelo que escrevem, constitui um acrescido risco de atentados à sua liberdade de produzir informação e à nossa de a receber. Um enorme risco.
Não descansam enquanto não amordaçarem a imprensa a seu belo prazer para tranquilidade do regime. O que se chamará a isto, vindo de um governo socialista?
Domesticar os jornalistas
Francisco Teixeira da Mota
"Lenta e paulatinadamente, o governo avança contra mais uma das "corporações". Desta vez é a dos jornalistas. Mas não pretende (para já) pôr em causa o "especialíssimo" regime de previdência de que gozam estes profissionais. Não, para já, o objectivo corre o risco de ser outro: torná-los reverentes e receosos...para mal de todos nós"
(...)
E se é certo que o governo, provavelmente retirando lições da recente presidência da CCPJ (Comissão da Carteira Profissional de Jornalista), afastou a ideia de ter um magistrado à frente deste orgão, a verdade é que a criação de um terceiro organismo, para além da entidade patronal e dos tribunais, perante o qual os jornalistas passam a ter de responder e a ser punidos pelo que escrevem, constitui um acrescido risco de atentados à sua liberdade de produzir informação e à nossa de a receber. Um enorme risco.
Não descansam enquanto não amordaçarem a imprensa a seu belo prazer para tranquilidade do regime. O que se chamará a isto, vindo de um governo socialista?
As maravilhas da falta de carácter
"Expresso", 22-10-05
Daniel Oliveira
"Portugal é viciado em consensos. Timor, Benfica, Amália, Eusébio, A Vaca Cordélia e a selecção nacional. Odeia o confronto. E o novo consenso está escolhido. É Cavaco e Silva."
Tanto consenso e tanta asneira feita. Tanta estabilidade a caminho do fundo do poço.
Daniel Oliveira
"Portugal é viciado em consensos. Timor, Benfica, Amália, Eusébio, A Vaca Cordélia e a selecção nacional. Odeia o confronto. E o novo consenso está escolhido. É Cavaco e Silva."
Tanto consenso e tanta asneira feita. Tanta estabilidade a caminho do fundo do poço.
A apologia do salvador ao virar da esquina
Mais um dado foi lançado para a corrida à cadeira da Presidência. Aparato, medição de silêncios, perfil escolástico, apelos que ninguém ouviu. A salvação está aí ao dobrar da esquina, sentada num cadeirão orçamental e disposta a tornar a vida do país num livro de deve e haver. Aliás, nos últimos anos sempre temos tido quem nos impinja contas que no final pagamos todos, mesmo sem sermos convidados para as festanças e galas. O general já veio a terreiro explicar porque apoia o professor: um Presidente de confiança no "Expresso". Uma ternura. Sabendo nós que o general nunca gostou de Mário Soares e é "cara de pau" não é difícil ver para ondei ria o seu apoio, uma vez que não se lhe conhecem gostos poéticos. A seguir, no mesmo semanário, o Medina dos impostos (foram verdadeiramente "inovadoras" a suas propostas de fiscalista em vários debates televisivos)quer mudança a partir de reformas de um imaginário presidencialismo e ameaça-nos com um desgosto (o dele?). Finalmente no editorial, José António Saraiva torna-se vidente e dá a vitória (antecipada a Cavaco e Silva). Bem, podemos ficar descansados: já decidiram tudo e por todos. Para muitos que têm pouca memória, talvez. Para os que não comem muito queijo e se lembram do tal "passado", possivelmente a candidatura de Manuel Alegre será a mais independente e a que melhor poderá incorporar os desejos dos portugueses. Para os mais adeptos do sistema de meias-tintas: paciência e caldos de galinha. Mas, por favor, não nos queiram fazer a cabeça.
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